20 de out de 2010

Couvert artístico: Você concorda?

Estou produzindo na TV Cultura o próximo programa Controvérsia, que traz como tema o Couvert Artístico. Pesquisando artigos de base legal, notícias, opiniões de blogueiros, etc., encontrei esta situação a seguir (Blog do Barzinho) e resolvi postar. Achei interessante levantar essa polêmica questão. 


Afinal de contas, quem concorda com a cobrança do couvert artístico? Deixo claro, antes de qualquer coisa, que não me posicionarei acerca do assunto. Primeiro porque a lei já o faz por mim: a obrigatoriedade dessa taxa é inconstitucional. Segundo porque, mesmo que quem acabe levando a vantagem seja o dono do estabelecimento, a maior parte dos músicos defende a prática. Então... tratando-se de Brasil, acaba tudo em pizza mesmo! Mas a historinha vale a pena conferir. 

Um amigo de um amigo meu propôs ao dono da casa:

- Que tal se, ao invés de o senhor me pagar por couvert, não acertássemos um fixo?

- Mas o couvert acaba dando mais grana que um fixo! Vai ser melhor pra você! A casa bomba!

- É mesmo? Então o porque o senhor não acerta um fixo comigo e fica com o couvert para a casa?

- Ah, mas aí pra mim não compensa... vai que a casa não enche...


Será que o cara é esperto?

4 comentários:

Lis. disse...

Hummmmmmmm...

Sei lá...

As vezes, eu toco em barzinhos, e os meu amigos não pagam couvert artístico. Pagam apenas o que consumirem. (caso consumam).

Em contrapartida já tenho convite para passar este fim de ano na europa juntamente com eles.

E aqui, fica uma filosofia por experiência própria:

"Um Homem sem Amigos é um Homem Pagão.

Um Homem com Amigos
Viaja o Mundo Inteiro
sem um Tostão". rs

Abraços.

Raíssa disse...

Sou contra a obrigatoriedade, mas sou a favor do couvert.
Deveria existir o fixo + o courvert. O couvert seria como os 10% dos garçons, você paga se quiser.
:)
Beijos

Lis. disse...

Voltei...

Voltei para dizer que fiquei cinco anos em psicanálise com gente "fera" aqui em São Paulo, e durante esse tempo aprendi que uma mesma montanha tem muitas visões.

dependendo de onde se está nessa montanha que chamo de vida tem-se visões diferentes, e são visões corretas para cada posição.

Quem está no sopé da montanha tem visão diferente de quem está no meio, ou de quem está no cume.

É nesse sentido que sempre haverá da minha parte respeito pela visão dos outros, embora sempre existirá em mim uma tendência a mostrar aos outros quão bom é ser feliz.

Assim, volto a reinterar aquela minha preciosa afirmação: Eu nunca tenho que ter razão, o que tenho que ter é: POLITÍCA.

Saudações.

Dom Rafa disse...

Não é obrigatório mas quem eu conheço, aqui em Brasília, paga pra não ficar mal. O couvert aqui costuma oscilar entre 7 e 12 reais. SEMPRE vem na conta. Assim... eu fujo de casas onde há couvert. Tudo faz parecer que o pagamento é obrigatório, quando na verdade não é. Murrinhagem? Não! Sou liso feito mussum; funciono num econo-mode eterno.

Beijos, Flavia!!