2 de jul de 2010

Ele.


Talvez hoje esse seja o verbo mais difícil. Amar. Um verbo escrito em nossa própria letra, uma necessidade na língua de todos os corpos. Entre todos os destinos ele, o amor. Uma possibilidade de pessoas e o barrento, a diáfana cor. Uma preamar. Uma estrada de rio. Um braço de mar. Amar, sobretudo, amar. 

Um verbo que sonha com as pessoas e com um outro mundo possível. Um espírito das gentes. Um deus sem tradução, um horizonte escrito nas linhas do rosto ensolarado de muitos eus. Um deus impossível nesses dias. Um deus mundo afora de nós dois.

(Girândolas, Daniel Leite)

4 comentários:

Lis. disse...

Bom dia Flávia...

Acho que aqui neste comentário
caí bem um texto de Augusto Cury...

O pior cárcere não é o que aprisiona o corpo,
mas o que asfixia a mente e algema a emoção.
Sem liberdade, as mulheres sufocam seu prazer.
Sem sabedoria, os homens se tornam máquinas de trabalhar.
Ser livre é não ser escravo das culpas do passado
nem das preocupações do amanhã.
Ser livre é ter tempo para as coisas que se ama.
É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo de novo.
É desenvolver a arte de pensar e proteger a emoção.
Mas, acima de tudo, ser livre é ter
um caso de amor com a própria existência
e desvendar seus mistérios.

Bom fim de semana...

Sara disse...

Nem tudo que é (en)cantado é bom, mas tudo que é bom pode ser (en)cantado...e de tudo que é bom o melhor mesmo é o amor!!!!
"saudades" de ti...
beijinhos

L.S. Alves disse...

Ficou bonito. E isso é tudo.

Flávia Escarlate disse...

Alves, não sei se vc refere ao blog como um todo (new look) ou ao post. Mas independente do que seja, obrigada. :)