17 de abr de 2010

Amor aborígene


Achei essa figura na internet (onde mais?) e lembrei das artes rupestres apresentadas pela professora Sandra Suely nas aulas de Estética e História da Arte. Os aborígenes retratavam, por meio de representações pictórias, a percepção do meio em que viviam: relações entre eles e o espaço, ações reais e muitas vezes fictícias. Lembrei, imediatamente, do conceito de "amor aborígene" que uma vez você criou para designar o jeitinho abrutalhado da Drikinha (nossa filha canina querida) e do amor aborígene que ela sente pela família. Inevitável intertextualidade. Me fez refletir e chegar à conclusão de que meu amor é aborígene também!

4 comentários:

Sammyra Santana disse...

hahahahahahahaha
adorei essa história do amor abrutalhado da Drikinha ser aborígene!
O amor do amor da minha vida tb é aborígene! hahahahahahahahahaha
ameeeeeeeeeeeiiiii a expressão!
Beijo grande, Flavinha!

Sara disse...

Tanto o texto quanto o desenho está uma doçura amiga Escarlate...diria mais, no entanto é só olhar a sutileza do desenho rabiscado e cheio de sentidos que a gente percebe logo que seus sentimentos são genuínos...beijinhos

Lis. disse...

Hoje mais do que nunca o amor que consideramos uma virtude, qualidade, ou coisa que o valha, está mesmo bem primitivo.

Saudações!

Eliana disse...

Ah, o amor e suas manifestações!
Algumas, surpreendentes; outras imperceptíveis. Mas estão lá, distantes do romantismo que absorvemos na literatura, na música, na propaganda. Em pequenas atitudes, corriqueiras, quase nulas. Ou por nós anuladas.