15 de out de 2012

Saudade.


A resposta da vida é o tempo. Não adianta tentar frear ou acelerar. Tudo vem quando tem de vir. E geralmente é quando menos se espera. É essa a lei. 

Te tive perto e consegui te perder. Não soubemos nos conduzir. Tortuosos caminhos percorridos e, de repente, já não sabíamos mais quando e em que ponto nos perdemos.

Ficamos pelo meio do caminho.

Hoje sou só lembranças do que ficou, questionamentos que já não cabem e os velhos sonhos, ainda no mesmo lugar.

Sigo à deriva. Na mala, as mais belas recordações e o coração... em desalinho. 

2 comentários:

Sara disse...

Lindo!
Melhor ter saudades que nunca ter tido nada do que se lembrar.
Beijinhos

Fênix de Fogo disse...

E pq não tenta? Não vale correr o risco?...Como sempre digo e vou tatuar em mim: "Nenhum mergulho é possível sem sangrar"
Minha doce e/ou ácida Flávia...não temas o que pode acontecer.
Beijos de Fogo, meu anjo.