Que bom que a vida nos dá a oportunidade do amanhã: Que é sempre uma folha em branco, brincando com o agora e hoje de Eusoumelhorquevocê... Que bom que você sabe que já pintou muitas e tantas cores, e que pode pintar outras. Porque a vida também é mais que uma cor só. E mesmo uma cor tem várias em si. Beijos!!!
Eu estive -como você mesma sabe- viajando um pouco (de corpo) rs, e aproveitando para renovar a mente, voltei para casa com nova mente, principalmente após encontrar com tanta gente, alguns que nem ao menos conhecia na bloguesfera.
Porém, o mais interessante foi ver ou perceber bem de perto que tudo aquilo que vemos ou sentimos no virtual se confirma no real. As questões da "empatia" que temos pelas pessoas aqui, e passam inteiras para a realidade.
A única diferença que existe são as limitações pertinentes a cada um, embora todos nós falemos a mesma linguagem.
Disse que não acreditava em almas gêmeas para ela. Mas depois de um certo tempo, começou a duvidar de suas próprias convicções. Talvez existisse isso mesmo, essa sorte de encontrar pessoas certas. Nunca confessara a ninguém, mas começou a acreditar em destino, tinha vergonha da gozação que fariam seus amigos. Mas sabia que ninguém que cruzasse seu caminho estava ali por mero acaso. Mas sim, para ensinar alguma coisa, para nos transformar, ou fazer com que ajustemos falhas, erros, ou simplesmente paremos para pensar. Sozinho, fumando o seu cigarro, mexia com o dedo indicador o copo de vinho que sempre o acompanhava em algumas noites de solidão, quando batia aquela saudade, quase dor, a espetar-lhe o coração como se espeta um boneco de vudu. Fazia algum tempo que sua mulher o deixara. Era tão estranho a sua ausência, mas lembrar não lhe fazia tão mal. Ao contrário. Tudo havia sido tão especial desde o início que até o primeiro beijo foi inusitado. Menos de tr...
Quantas vezes a arte já te salvou? A mim, incontáveis. Ela me salva desde a infância, na verdade. Como quando era pequena e não tinha amigos, mas tinha uma TV onde assistia Chaves e Chapolin todas as tardes com a minha avó, ao chegar do colégio. Nessa época, também desenhava e escrevia. Aliás, por que será que deixamos pra trás esses hábitos de desenhar, colorir, colar, criar? Pensando bem, a sociedade não incentiva isso nos adultos porque seríamos menos produtivos para a grande roda do capitalismo. A arte me salvou aos 15, quando me descobri lésbica. Eu então passei a escutar bem alto, no meu quarto (bem estilo adolescente de filme americano, sabe?), algumas músicas que mais adiante eu entenderia como hinos da comunidade. Artistas que, assim como eu, em algum momento também precisaram escoar toda a dor do preconceito, da incompreensão, da ausência de representatividade ou mesmo da intensidade ou da confusão característica dessa fase da adolescência. Se fechar meus olhos, consigo me ve...
No analista Naquela tarde, Rafael chegou à sessão de análise sobressaltado. Entrou esbaforido, com aparente confusão mental, cumprimentou o analista com olhar vago, sentou-se no divã e respirou profundamente, numa tentativa quase desesperada de se recompor. - Alex, eu simplesmente estou ficando paranóico. É isso, cara, eu acho que adoeci. Faço análise há anos, tomo remédio controlado pra ansiedade e mesmo assim minha mente conseguiu me boicotar. - Como assim, Rafael? Aconteceu algo da semana passada pra cá? - Esse que é o problema. Eu apenas sinto que tem algo errado acontecendo. Não queria dar espaço pro meu arquétipo de "esquedo-macho-místico", mas, quando minha intuição fala... - E quando ela falha? - Hã? - Deixa pra lá, prossiga. - Pode parecer estranho o que eu vou te dizer, mas... eu tenho tido a sensação de que a Bruninha está comigo o tempo inteiro, sabe? Quando vou trabalhar, quando estou jogado no sofá sozinho em casa. Até mesmo quando jogo bola com os caras. Eu s...
Comentários
Abraços!
Beijos!
Que bom que você sabe que já pintou muitas e tantas cores, e que pode pintar outras. Porque a vida também é mais que uma cor só. E mesmo uma cor tem várias em si.
Beijos!!!
hahahaha
:**
Eu estive -como você mesma sabe- viajando um pouco (de corpo) rs, e aproveitando para renovar a mente, voltei para casa com nova mente, principalmente após encontrar com tanta gente, alguns que nem ao menos conhecia na bloguesfera.
Porém, o mais interessante foi ver ou perceber bem de perto que tudo aquilo que vemos ou sentimos no virtual se confirma no real. As questões da "empatia" que temos pelas pessoas aqui, e passam inteiras para a realidade.
A única diferença que existe são as limitações pertinentes a cada um, embora todos nós falemos a mesma linguagem.
Boa semana à ti Flávia.
Bjo.
Não é preciso dizer que adoro suas palavras, e este pequeno texto esta especial(mente) criativo...
beijinhos